Um encontro no teatro Nilton Filho, numa tarde do mês de setembro de 2012.
O motivo confessado > participar de um chá.
O não confessado, mas suspeitado > alternar com pessoas ligadas à atividade teatral no específico, e à cultura no geral.
E salvo quatro dos participantes, os restantes encontravam-se na categoria de ex-jovens.
Como todas, essa reunião de amigos do teatro, levou a marca inconfundível de Nilton Filho e Hyro Mattos >
Generosidade sem limites e cortesia rara nos tempos de hoje.
A mesa posta com esmero.
Aos costumes dos avós e pais, quando nós éramos jovens.
Louça de encantar ceramistas chineses de qualquer uma das dinastias que levaram essa arte ao reconhecimento mundial.
O chá de Nilton – uma combinação tão rara como deliciosa – acompanhado de torta fria - -, canudinhos e “marta rocha”.
Conversa fluente de várias pessoas no tom preciso e a calma apropriada para que todos nós entendamos.
Alguns dos assistentes tiveram participações especiais.
Poesias de autores reconhecidos, ou próprias. Leitura, declamação e piano.
E num cantinho especial o carrinho com uma criança de meses que ainda hoje é aluna entusiasta do seu querido professor Hyro.
Realmente uma tarde e tanto!!!,
e
os ecos dessa tarde ainda se ouvem no dias de hoje >
Foi nessa reunião que se ficou sabendo das incursões literárias de duas alunas-atrizes e colaboradoras do teatro. Uma delas, com poesia e outra com contos.
Tatiane Sancho e Ana Elisa Prates. A primeira já participa com sua página em Pausas e vírgulas, e a Ana a estamos aguardando.