Mais uma vez se cumpre aquilo que se observou na primeira lembrança...ocasião na que Hyro ele definia o seu Brinquedo de armar e desarmar. Foi no 26 de janeiro próximo passado...sim.
Tínhamos afirmado que há um princípio que afirma: os “doidos” se respeitam e se procuram...
...fazer o que?...determinismo...“Deus os cria, e eles, se juntam”.
Então Hyro e O Curioso mais uma vez juntados...
* * * * * *
A mandrágora e o chocolate
1º Ato
O Curioso
Olá Hyro, tudo bem?...
Hyro...
Oi Hyro...?
Hyro o o o o o!!!
...e o Hyro responde
Só um pouquinho O Curioso, já desço da escada...mas tudo bem, sim. E tu?
- Ótimo, e estarei melhor quando consiga o que estou procurando. Como sempre...
...procurando o quê ? ? ? > > >
O Curioso: lembranças presentes. Isto é que sejam atuais e sempre vivas na sequência de “hojes”.
Hyro: Hojes!!!...transformaste um advérbio em substantivo?
O Curioso: hoje - agora como advérbio, he he he - parece válida qualquer deformação. Então que me seja permitida uma...sim? e tranquilo, vem sem carga ideológica...
Hyro: clowns mediante peguei a tua intenção...e casualmente hoje – advérbio he he he, devolvo - tenho uma história muito, mas muito doce.
O Curioso: historia doce? Acalma o coração? Estou precisando....
Hyro: também, mas se refere principalmente ao sabor do chocolate...e também a sua atualidade, já que está viva desde os anos 1504. Na Florença da Itália.
O Curioso: mas nessa época, na Europa e pelo que eu sei, o chocolate não era conhecido.
Hyro: casualmente é o meu Brinquedo de Montar e Desmontar, que transforma uma história sórdida em doce...nem Maquiavel poderia ter imaginado...he he he.
O Curioso: vou sentar e te escutar, já que isto que relatas é cativante. Sou um ouvido só: “avanti” atores, a glória os aguarda e seis séculos os contemplam!!!
Hyro: estás napoleónico...continuo com a lembrança feita anedota.
Falarei do espetáculo onde presentávamos a Mandrágora de
< < < Maquiavel.
Y para conhecê-la tens que fazer clic bem sobre o teu ouvido > > >