Uma lembrança que hoje fico refletindo, e me digo..."como as pessoas sensíveis realmente têm intuições fantásticas".
Olhem só...
Estava eu no teatro numa tarde de inverno por volta das 16 hs, quando ouço batidas na porta.
Como era uma segunda-feira e não estava aguardando ninguém, fiquei curioso para saber quem poderia ser.
Fui até a porta e ao abri-la me deparo com uma senhora com um ar misterioso, nada convencional, junto com sua filha, para pedir informações sobre o curso para adolescentes.
Ao adentrarem no Teatro, isso era por volta de março de 1992, passei as informações às duas com todos os detalhes.
Disse-me a senhora, que em julho retornaria para São Paulo onde residia, e gostaria que a filha participasse de nosso curso até lá.
Concordei e lhes solicitei que voltassem na quinta-feira, às 16h, horário da turma de adolescentes.
Quando essa misteriosa misteriosa estava indo embora, parou e olhando para a escada que sobe para o andar superior, me disse:
"Esse local é muito importante. Eu vejo acima dele no universo paralelo, que será um grande espaço de acolhimento e que crescerá muito.
Haverá grandes reformas e mudanças e chegará um tempo que tu não vais mais reconhecer como era antes".
Eu fiquei muito emocionado e lhe respondi:
"Que incrível o que a senhora está me dizendo. Fico muito agradecido e feliz com isso".
Então ela me informou que era numeróloga e vidente. Tinha vindo para assessorar umas empresas de grande porte que a contrataram, para fazer estudos nas vibrações dos nomes e do movimento financeiro delas.
Aquele dia foi para mim de muita reflexão pois ainda não tinha nada de especial fisicamente por aqui, já que era um pequeno espaço, de apenas 40 lugares e um palco muito pequeno.
Quando olho para trás e o comparo a como o vejo hoje, realmente não o reconheço mais. Ah...como era pequena a oficina do Teatro Nilton Filho.
Claro, pois era uma semente.
São impressionantes as informações e alentos que nos vem da energia universal para seguirmos no caminho da luz.
Agrego um pequeno comentário, misturado como um pouco de... vaidade?, não, de orgulho. Aquele do bom, porque de coisas boas se trata. Sempre houve alguem neste espaço, para todos os dias, acender a vela...digo, para que houvesse luz.